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quinta-feira, 7 de maio de 2015
terça-feira, 31 de março de 2015
Os Lusíadas - Reflexões do poeta - síntese
Os Lusíadas - reflexões poeta - síntese from blog12cad
Retirado do Manual Outras Expressões - 10ºano - Porto Editora
Retirado do Manual Outras Expressões - 10ºano - Porto Editora
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Os Lusíadas - Reflexões do poeta - síntese
Reflexões do Poeta
Canto I, est. 106
-
Fragilidade da vida humana
rodeada de perigos quer no mar, “tanta tormenta”, quer em terra, “tanta guerra,
tanto engano”;
-
interrogação retórica sobre a
possibilidade de “um bicho tão pequeno” encontrar um porto de abrigo sem
atentar contra a tirania.
"As despedidas em Belém" e "Mar Português"
Considera as estrofes
d’Os Lusíadas.
– Refere as razões que estão na origem dos
sentimentos dos que partem na viagem, fundamentando a tua resposta com
elementos textuais.
- Ambiente de dor e de pessimismo (“Cheio dentro de
dúvida e receio,/Que apenas nos meus olhos ponho o freio”) provocado pela:
o
antecipação dos
perigos que aqueles que partem vão enfrentar – “Em tão longo caminho e
duvidoso,/Por perdidos as gentes nos julgavam”;
o
noção do
desconhecido e incerteza que aquela jornada implicaria - “Em tão longo caminho
e duvidoso,/Por perdidos as gentes nos julgavam”;
o
consciência de
que a morte era o destino provável – “A desesperação e frio medo/De já não nos
tornar a ver tão cedo”.
terça-feira, 24 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Planos para as questões B de Exame - Os Lusíadas
«Por obras valerosas que fazia,
Pelo trabalho imenso que se chama
Caminho da virtude, alto e fragoso,
Mas, no fim, doce, alegre e deleitoso»
Canto IX, 90
Luís de Camões, Os Lusíadas,
Os versos transcritos formulam uma perspetiva do heroísmo
presente em Os Lusíadas.
Com base na sua experiência de leitura, explicite o modo
como, ao longo da viagem, os navegadores portugueses se tornaram dignos de serem recebidos na «Ilha
dos Amores», fundamentando a sua exposição em dois exemplos significativos.
Escreva um texto de oitenta a cento e trinta palavras.
A resposta pode contemplar os tópicos que a seguir se
enunciam, ou outros considerados relevantes.
Em Os Lusíadas, o heroísmo dos navegadores,
recompensado na «Ilha dos Amores», é provado pelo esforço e pelo sacrifício necessários à superação de
múltiplos obstáculos:
– a passagem do Cabo das Tormentas (episódio do
«Adamastor»);
– as condições meteorológicas adversas (a tromba-d’água, a
tempestade, o fogo de Santelmo);
– a opinião contrária às Descobertas (episódio do «Velho do
Restelo»);
– os ataques e as ciladas;
– ...
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Planos para as questões B de Exame - Os Lusíadas - visão crítica
B (Exame de 2009)
Considere a seguinte opinião sobre Os Lusíadas:
«Mas o texto é complexo e, por vezes até,
contraditório. Em certos momentos exibe uma face menos gloriosa; aquela em que
emergem as críticas, as dúvidas, o sentimento de crise.»
Maria Vitalina Leal de Matos, Tópicos para a Leitura de Os Lusíadas,
Lisboa, Editorial Verbo, 2004
Fazendo apelo à sua experiência de leitura de Os
Lusíadas, comente, num texto de oitenta a cento e vinte palavras,
a opinião acima transcrita.
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Simbologia do episódio da Ilha dos Amores
Ilha do Amores
A
Ilha dos Amores simboliza o reconhecimento de Deus pelos feitos do povo português através de uma recompensa –
a celebração de uma casamento cósmico entre as ninfas e os portugueses, através
do qual Camões os eleva a um estatuto de divindades, é como se se dissesse que
quem pratica feitos de tal magnitude merece a imortalidade própria da condição
divina «Por feitos imortais e soberanos/O mundo cos varões que esforço e
arte/Divinos os fizeram, sendo humanos». Deste modo, a viagem, mais do que a exploração
dos mares, exprime a passagem do desconhecido para o conhecimento, não só a
nível físico, mas também a nível espiritual/interior. Como diz Jorge de Sena
estamos perante «a recolocação do Amor, do verdadeiro Amor, como centro da
Harmonia do Mundo. A Ilha é uma catarse total, não apenas de todos os
recalcamentos, mas das misérias da própria História, e das misérias da vida no
tempo de Camões e fora dele (...) Ao desmistificar os deuses, Camões faz-nos
assumir a fantasia como fantasia, dando aos homens a dignidade máxima de terem
sido humanos, do mesmo modo que aponta aos homens a maneira de se
divinizarem».
Simbologia do episódio do Velho do Restelo
Velho do Restelo
Camões serve-se deste episódio para apresentar a opinião de todos os que se revelavam contra a expansão marítima portuguesa. Assim, faz a condenação da ambição de todos os que pela «vã cobiça» ambicionavam chegar ao outro continente pela «glória de mandar» e desejo de «fama», apresentando uma alternativa menos nefasta – expansão no norte de África – sendo uma espécie de mal menor, dado que o homem é caracterizado por uma «mísera sorte» e «estranha condição» de ser incorrigivelmente insatisfeito.
Esta
personagem adquire várias funções. Por um lado representa uma personagem
coletiva e simbólica, na medida em que apresenta a corrente desfavorável à
expansão para o Oriente, sendo mais tolerante relativamente à guerra no norte
de África traduzindo, genericamente, o medo do desconhecido e a hesitação
perante a novidade, assumindo-se como símbolo da resistência social à aventura
e novidade, representando o conservadorismo e a resistência à mudança, fazendo
lembrar o coro trágico, pelas suas reflexões sentenciosas sobre a condição
humana, por outro lado, surge-nos como uma personagem alegórica, já que
representa a voz do bom senso, da fria razão, da prudência e da consciência do
perigo, achando que estas expedições trariam o despovoamento e a ruína do reino
e ainda a desagregação familiar «Dura inquietação d’alma e da vida/Fonte de
desemparos e adultérios/Sagaz consumidora conhecida/De fazendas, de reinos e de
impérios».
Os Lusíadas e o maravilhoso pagão
Os Lusíadas e o
maravilhoso pagão
O maravilhoso pagão tem origem
na antiga Grécia, onde se cria uma religião em que os deuses, embora sendo seres
superiores, têm características muito semelhantes ao homem, na medida em que
também eles amam, sofrem, discutem, descem do Olimpo (sua morada celestial) e
convivem com os homens. As forças da natureza são identificadas com deuses,
sendo estes que as animam, lhes dão vida. A introdução do maravilhoso é uma
característica das epopeias clássicas.
O maravilhoso tem como função
simbólica:
a) alegoria de enaltecimento do grande feito
português (prova disso são as dificuldades que os nautas tiveram que vencer);
b) o destino e os deuses queriam o êxito dos
portugueses (os portugueses estavam predestinados para estas façanhas);
c) o maravilhoso pagão e o maravilhoso cristão
fundem-se para insinuarem esta predestinação dos portugueses.
Entre deuses e homens há uma
espécie de semi-deuses, são aqueles que têm qualidades acima do vulgar e que
são protegidos pelas divindades. Os portugueses assumem n’ Os
Lusíadas o papel de semi-deuses.
Camões vai embelezar Os
Lusíadas rodeando-o de um ambiente maravilhoso. Para isso recorre à
utilização dos deuses pagãos, quer como adjuvantes, quer como oponentes a esta
viagem do povo lusitano. Embora Camões utilize os deuses pagãos, no final da
obra o agradecimento é feito ao Deus cristão, à «Divina Guarda», comprovando
assim a existência dos dois tipos de maravilhoso na epopeia, podendo então
afirmar-se que o maravilhoso n’ Os Lusíadas é misto (maravilhoso pagão e
maravilhoso cristão) e naturalmente o respeito e submissão à censura da
Inquisição que iria dar a permissão, ou não, para a publicação da obra.
O
maravilhoso pagão ou o plano dos deuses é bastante significativo ao longo do
poema, cruzando-se com o plano da viagem dando unidade e dinamismo à ação,
sendo também o processo de dramatizar as ações dos heróis, fazendo reflectir
nelas os próprios conflitos dos deuses.
No
consílio do Olimpo, as deliberações são favoráveis aos portugueses por
intervenção de Vénus, todavia Baco, oponente dos portugueses, consegue convencer
Neptuno, deus dos mares, a deliberar contra os portugueses no consílio dos
mares, o que de facto acontece. No entanto, os portugueses superam esses
desígnios dos deuses ultrapassando esses perigos e chegando gloriosamente à
Índia. É de salientar que os portugueses são ainda recompensados na Ilha dos
Amores sendo, portanto, elevados à categoria de semi-deuses.
Os deuses adjuvantes dos
portugueses são: Júpiter, Vénus e Marte. Vénus surge também como símbolo do
amor e do fado e os oponentes dos portugueses são: Baco.
Perspetiva alquímica e simbólica d’Os Lusíadas
A ideia de
alquimia existe desde a Idade Média em que era vista como uma química hermética
que procurava principalmente descobrir a pedra filosofal, que transmutaria os
metais não nobres em ouro, e a panaceia universal, que curaria todas as
doenças. Adquiriu, assim, o sentido de transformação, transmutação e magia.
Há três tipos
de Alquimia: externa (dos metais), portanto física; interna (do homem),
portanto espiritual; ars magna, simultaneamente transmutação da matéria
e metamorfose da alma.
Esta operação simbólica era realizada
através da virtude espiritual, assim, segundo os textos védicos, o ouro
simbolizava a imortalidade, e é para isso que tende a única transmutação real:
a da individualidade humana. Trata-se de atingir o centro do mundo e os estados
supra-humanos.
De outro ponto
de vista, a alquimia simboliza a própria evolução do homem de um estado onde
predomina a matéria para um estado espiritual: transformar em ouro os metais é
equivalente a transformar o homem em puro espírito.
N’Os
Lusíadas o caminho mágico, místico e alquímico conduzem à transmutação do
ser, já que os portugueses passam de um plano terreno para um estatuto de
divindade, atente-se no episódio da "Ilha dos Amores" em que os deuses reconhecem
os feitos dos portugueses, permitindo-lhes uma união, casamento cósmico, com as
ninfas. Também o episódio do "Adamastor", que possibilita a passagem do Oceano
Atlântico para o Índico, simboliza a aquisição de conhecimento exterior e
interior, é a superação das capacidades humanas, é a deificação dos homens.
Os portugueses
vencem os quatro elementos da natureza: água – mar; fogo – armas de fogo e
tempestades; terra – terras conquistadas e ar – ventos das tempestades,
atingindo o quinto elemento, o éter, que lhes dá a eternidade. No fundo, estamos
perante a transmutação alquímica através do reconhecimento divino relativamente
à vitória sobre os quatro elementos da natureza.
Esquemas síntese - Chegada a Lisboa e Lamentações do poeta, Canto X, estr. 144 - 156
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Chegada a Lisboa e Lamentações do poeta, Canto X, estr. 144 - 156
Chegada a
Lisboa
«Assi
foram cortando o mar sereno,/Com vento sempre manso e nunca irado,/Até que
houveram vista do terreno/Em que naceram, sempre desejado.»
Camões glorifica
os feitos e elogia a experiência dos portugueses «A disciplina militar
prestante/
Não se
aprende, Senhor, na fantasia,/Sonhando, imaginando ou estudando,/
Senão
vendo, tratando e pelejando.»
O poeta agradece
a inspiração que a Musa lhe deu, mas confessa «que a Lira tenho/Destemperada e
a voz enrouquecida», não de ter feito esta Epopeia, mas porque «[vem]/ Cantar a
gente surda e endurecida
Crítica ao facto da pátria não reconhecer
nem se orgulhar dos letrados, sendo incapaz de apreciar o seu canto épico.
Elogio ao rei D. Sebastião e aos portugueses
que por ele tudo fazem (os seus vassalos demonstram grande força e coragem ao
seu serviço; enfrentam perigos; obedecem às suas ordens com prontidão e
alegria, fazendo do rei um vencedor e «não vencido.»)
Esquemas síntese - A máquina do Mundo, Canto X, estr. 75 - 143
A máquina do Mundo, Canto X, estr. 75 - 143
Tethis conduz Vasco da Gama a um «monte espesso»,
a fim de ver «o que não pode a vã ciência/Dos errados e míseros
mortais» ver.
Veem um «globo» translúcido «no ar», onde podem distinguir-se
os contornos das onze esferas (Lua, Mercúrio, Vénus, Sol, Marte, Júpiter,
Saturno, Firmamento, Céu Áqueo ou Cristalino, Primeiro Móbil e Empíreo)
Explicação de Tethis acerca da «grande máquina do Mundo,/Etérea
e elemental», incluindo todas as características do globo terrestre, suas
gentes e culturas.
Tethis anuncia feitos futuros «Até qui, Portugueses,
concedido/Vos é saberdes os futuros feitos/Que, pelo mar, que já deixais
sabido,/Irão fazer barões de fortes peitos»
Esta ação de Tethis mostra que os portugueses são os eleitos
para conhecer o que só os deuses conheciam, existindo assim a mitificação do
herói que já tinha sido divinizado na "Ilha dos Amores".
Despedida aos portugueses «Podeis vos embarcar, que tendes
vento/E mar tranquilo, pera a pátria amada».
Esquemas síntese - Ilha dos Amores, Canto IX, estr. 52 - 91
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Ilha dos Amores, Canto IX, estr. 52 - 91
«De longe a Ilha viram, fresca e bela,/Que Vénus pelas ondas
lha levava»
A ilha era maravilhosa
Os marinheiros e guerreiros desceram das naus com as armas e
partiram em busca de algo
Até que «Dá Veloso, espantado, um grande grito:/
“Senhores, caça estranha (disse) é esta! [...]
Sigamos estas Deusas e vejamos/Se fantásticas são, se
verdadeiras”»
«Acende-se o desejo, que se ceva/Nas alvas carnes, súbito
mostradas»
Lionardo conta as suas mágoas a uma Ninfa e ela
«Cair se deixa aos pés do vencedor,/Que todo se desfaz em puro
amor.»
O Capitão teve uma Ninfa especial
«Porque dos feitos grandes, da ousadia/Forte e famosa, o mundo
está guardando/
O prémio lá no fim, bem merecido,/Com fama grande e nome alto e
subido.»
A ilha diviniza os portugueses «Divinos os fizeram, sendo
humanos»
Esquemas síntese - Poder do Ouro, Canto VIII, estr. 96 - 99
Poder do Ouro, Canto VIII, estr. 96 - 99
Ouro
como objeto de cobiça, corrupção, traição, desonra, ilusão
«Este causa os perjúrios entre a gente/E mil vezes tiranos
torna os reis»
Esquemas síntese - Elogio do Espírito de Cruzada, Canto VII, estr. 3 - 14
Elogio do Espírito de Cruzada, Canto VII, estr. 3 - 14
Elogio aos portugueses
«Vós, Portugueses, poucos quanto fortes,/Que o fraco poder
vosso não pesais;/
Vós, que, à custa de vossas várias mortes,/A Lei da vida eterna
dilatais»
Evocação da humildade dos portugueses
Evocação de todos os outros povos e dos seus feitos e religiões
Todos os outros povos estão envoltos de «tirania inimicícias
[...] Em vícios mil»
Aos outros só a cobiça move «Pois mover-vos não pode a Casa Santa»
Contudo, «Não faltaram Cristãos atrevimentos/Nesta pequena casa
Lusitana»
Louvor ao heroísmo
colectivo e não tanto individual, dos feitos mais que das pessoas, das atitudes
morais socialmente produtivas
Esquemas síntese - Tempestade, Súplica de Gama, Intervenção de Vénus e chegada a Calecute, Canto VI, estr. 70 - 93
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Tempestade, Súplica de Gama, Intervenção de Vénus e chegada a Calecute, Canto VI, estr. 70 - 93
Tempestade
O mestre «O apito toca» porque «...o vento crece/Daquela nuvem negra que aparece»
O mestre e marinheiros lutam contra a
tempestade fazendo tudo o que está ao seu alcance. Mas as naus começam a ficar
alagadas e, inclusivamente, semi-destruídas
Tempestade composta de ondas destruidoras e
de ventos muito fortes
Súplica de Vasco da Gama
Vasco da Gama pede auxílio à «Divina
Guarda», a Deus
Primeiro faz um elogio e depois diz que
estas navegações servem a Deus
Diz que os portugueses já morreram a
difundir a Fé Cristã
Intervenção de Vénus
Manda as Ninfas amorosas seduzirem os ventos
e o mar
«Desta maneira as outras
amansavam/Subitamente os outros amadores»
Chegada a Calecute
Manhã clara - os navegadores estavam mais
tranquilos quando o piloto Melindano avistou terra «Terra é de Calecu, se não
me engano»
Gama
alegrou-se e agradeceu a Deus o facto de terem chegado ao seu destino e terem
passado ilesos por tantas tormentas
Esquemas síntese - Adamastor, Canto V, estr. 37 - 60
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Adamastor, Canto V, estr. 37 - 60
Antes do aparecimento do Adamastor – cenário
propício
«...cinco Sóis eram passados [...]
Prosperamente os ventos assoprando»
Subitamente «Hua nuvem que os ares escurece»
- Aparecimento do Adamastor
Sentimento de medo entre os navegadores
«Arrepiam-se as carnes e o cabelo,/A mi e a
todos, só de ouvi-lo e vê-lo!»
O Adamastor faz elogios velados aos
portugueses assumindo um tom de crítica
Profetiza grandes tormentos para as
navegações portuguesas
«Naufrágios, perdições de toda a sorte,/Que
o menor mal de todos seja a morte!»
Gama
pergunta-lhe quem ele é e o Adamastor diz-lhe que é o Cabo das Tormentas
Adamastor começa a falar sobre o seu
desgosto a moroso, humaniza-se e parte
«Assi contava; e cum medonho choro,/Súbito
de ante os olhos se apartou.»
Gama pede a Deus que remova as profecias/maldições
que Adamastor proferira
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